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PARceria e escalada

Parceria: Imprescindível para a prática da escalada com segurança. A não ser que pratique a modalidade solo, todo escalador precisa de uma parceria para mandar uma via. O parceiro de escalada é aquele que minimiza os impactos de uma eventual queda e pode realizar um resgate. A ideia de parceria nos remete rapidamente à analogia com a palavra PAR: múltiplo de dois. Partindo daí, o mínimo para uma PARceria é 2. Se você é 1, precisa de mais alguém que esteja a fim de escalar (e disponível) quando o clima contribui com uma estiagem e a “rocha está colando”... Além disso, sua PARceria tem que te dar segurança, utilizando os equipamentos corretos, com as técnicas adequadas e nós perfeitos (e muuuuuita paciência). Mais um aspecto importante é a divisão "da carga", entre lanches, água, anorak, cordas, fitas, metais... ambos vão  carregados... carregando... Cada vez que estou na rocha, fica mais evidente que a escalada não é “uma atividade”, que eu possa fazer eventualmente, esporad...
É o coração com medo de parar  que nunca aprende a dançar É o sonho que teme o despertar  que jamais corre o risco Aquele que não quer ser aceito  também não quer se entregar E a alma com medo da morte,  nunca aprenderá a viver. (Amanda McBroom) Foto: Além do horizonte

Blog

mês passado nem lembrei que tinha blog... até lembrei: que tinha que escrever no blog... mas enfim, pra mim blog é um lugar onde a gente deixa registrado algo que faça parte das nossas experiências e aprendizados infindos dessa teia da vida... e desde que aprendi a escrever encarei a escrita como um resultado de inspiração de saber utilizar as muitas palavras existentes em nossa língua  portuguesa respeitando “as regras do jogo” para explicar uma situação, emoção, visão ou opinião. às vezes tive inspiração, mas somente conversei... sobre... especulando talvez.... olhando outras visões de mundo sem colírio, somente de óculos escuros

Festival de MuDança, Joinville-SC

Meus astros, cometas e raios Se alinham, de tal forma Que no mês de julho Dançam na sintonia do Festival de Dança de Joinville E nas mudanças em minha vida Festival este, que para mim, começou no primeiro E neste ano, já é vigésimo oitavo.... Ideia do Carlos Tafur Diretor do Instituto Colombia, primeira escola de dança em Joinville Onde iniciei ballet clássico em 1980, aos 5 anos de idade... Minha mãe, juntamente com as mães das outras alunas de dança, se reuniam Discutiam, opinavam, dividiam tarefas Corriam atrás de medalhas, troféus, camisetas, alojamentos À minha primeira professora, Karin Busch ( in memoriam -  dance na luz!) Obrigada pelo cuidado, sensibilidade, encantamento Hospedávamos as bailarinas em nossas CASAS. E adequávamos a nossa rotina à delas: alimentação, ensaios, marcação de palco, apresentação! Torcida!!! Isqueiros cintilando nas arquibancadas (não eram os celulares - bom, nem pensávamos que iríamos ter umas latinhas dessas um dia, assim, e...

Bailarina escalando ou escaladora bailando?

Tudo bem, ainda não sou uma completa “escaladora” (falta muuuuitooo), mas desde o início do ano me empenho em entender as técnicas, betas e posicionamentos, coreografias e enredos que compõem este universo, que confesso: “Já viciei!” De dança eu entendo um pouco, pois bailei por mais de 15 anos. Ballet clássico. Clássico! Linhas e formas em busca da perfeição. Saltos e giros, mas, próximos do chão! Muita coisa ficou parecida ou apenas mudou de posição... A coreografia agora é a via na rocha. Os esparadrapos dos pés estão nas mãos Mas o aperto da sapatilha continua... Troco o breu por magnésio e o palco pelas paisagens Ao invés do saiote, cadeirinha; do coque, capacete Tenho que aprender a manusear os equipamentos e também ser paciente quando a chuva adia o espetáculo Quedas? Algumas... Sempre na tentativa de isolar o movimento, pernas, braços e tronco em busca do equilíbrio... que deve ser constante, mas às vezes parece impossível... Só na mente. Concentração... Respiração... Repetiç...

Conhecimento

Algumas vezes me pergunto Do que tenho medo? Da falta. Foi a falta de resposta quem me disse. Tenho medo de não ter. Mas não sei o que tenho. Mas tenho medos. Talvez do desejo de querer tudo inteiro, intenso, íntegro. De não ter carinho, parceria, cumplicidade. De não sentir o abraço no meio da noite Ou um sorriso espreguiçando de manhã De não ter descobertas a fazer Ou alguém pra conversar E dividir as frutas colhidas Ou um abraço quente Ao sair do banho gelado no rio Dizem que medo é o oposto de coragem. Digo que é o oposto do conhecimento. "Conheça-te a ti mesmo". Coragem! Eu estou só no começo... “Para ser grande, sê inteiro; nada de ti exagera ou exclui”  (Fernando Pessoa)

Valores: quem os têm?

Valores Dinheiro Câmbio Ações Dólares Euros Importações... Quem se importa? Quanto mais se têm ($) Mais se têm (medo) (senhas) Dúvidas... "Money talks?" To whom? Então, "pra que dinheiro, se ela não me dá bola" (já cantava Martinho da Vila - e não era Vila Nova!!) E por aí se vai... Faça um balanço de sua vida e torço pro resultado não ser: "Hipovalorização$" do seu tempo... Mas, se for... Chute o balde. CHUTE MESMO! Aproveite: Lua Nova em Áries! Dê o pontapé inicial ao novo projeto!! (Dica da Vivi, astróloga!) De vida, de clima, de ideia, de criatividade!! Camufle-se na vida e viva!! Concentre-se nos VALORES e não nos PREÇOS...